
Regresso de Alvito
Já lá vai a Feira dos Santos. Dias de movimento, de mercadejar, de encontros, de saudações, de lembranças, de saudades.
Os amigos que desculpem a falta de notícias e de visita aos seus blogs mas em breve as leituras estarão de novo em ordem.
Aqui lhes vou relatar um pouco do que vi e vivi nestes dias.
Começo por vos abrir o apetite com um bacalhau à Zé do Pipo que abundantemente foi servido no O Casão, em Vila Nova da Baronia.
Bem confeccionado e servido por simpáticas empregadas.
O pão alentejano, as azeitonas, o vinho alentejano e todo o ambiente em volta acompanharam o repasto fazendo recordar tempos passados.

Satisfeito rumei a Alvito já cheio de tendas e preparado para a abertura da Feira dos Santos.
O Castelo de Alvito, este ano envergonhado pelas faixas publicitárias da Caras, com que o cobriram, continua a acarinhar os feirantes que o rodeiam.
A Feira preenche toda a Praça da República, o Rossio, o Largo das Alcaçarias, e mais ruas até à entrada e saída da vila.
O trânsito automóvel torna-se impossível dentro da vila pois a Feira dos Santos toma conta de todo o espaço público.
Para o ano, segundo consta, este evento terá novo poiso.
Como sempre esta decisão tem adeptos contra e pró novo local.
Aguardando a abertura oficial da Feira dos Santos dirigi-me ao Centro Cultural onde se encontram duas exposições que aqui se manterão até 30 de Novembro.
Aconselho uma visita.
“À TUA ESPERA” - pintura de Oscar Alves.
“QUARTO CRESCENTE” – escultura de Domingos Oliveira
Deixo, para apreciação, algumas fotos destas exposições.






