10/04/2010

ALVITO - MONUMENTOS E SÍTIOS - 2010






A L V I T O

Venha comemorar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com o tema proposto pelo IGESPAR "Património Rural/Paisagens Culturais" - 17 de ABRIL 2010 – com um passeio, visitas e degustação lenta de sabores alentejanos.




Inscrições no Posto de Turismo


23/03/2010

A apresentação pública do projecto realiza-se em Alvito, a 25 de Março, no Seminário Internacional “O Caminho de Santiago e a Identidade Europeia”


Peregrinos no Caminho Português


Seminário Internacional em Alvito

Integrar o Alentejo no Caminho de Santiago,
um desafio para o Ano Santo de 2010


Segund...o a tradição, quando o dia de Santiago Maior (25 de Julho) cai num domingo, este passa a ser Ano Santo Jacobeu, assinalado por particulares bênçãos e privilégios espirituais para os peregrinos. É o caso de 2010, um ano marcado, na Galiza e fora dela, pelo intenso programa religioso e cultural que se destina a tornar patente o fenómeno, cada vez mais popular, da peregrinação a Compostela. Só na capital galega são esperados mais de oito milhões de visitantes.
A ocasião mostra-se propícia para a redescoberta de diversos segmentos do Caminho de Santiago, outrora famosos, que caíram quase no esquecimento e começam a voltar à luz do dia. Algo extremamente significativo, tanto mais que o próximo Jubileu Compostelano só ocorrerá em 2021. Onze anos são muito tempo e podem fazer toda a diferença para que os itinerários menos divulgados se imponham, ou não, em termos internacionais, junto da UNESCO e dos organismos galegos a quem cabe o seu reconhecimento.
Um destes percursos, o Caminho Português, não se limitou, ao contrário do que muitos pensam, apenas às zonas do nosso país mais próximas da Galiza. Pelo contrário, sulcou todo o território nacional, tendo alcançado grande expressão também no Alentejo. O seu progressivo abandono a partir do século XVII votou-o a uma certa obscuridade. Hoje, porém, quando os itinerários para Santiago de Compostela estão a ser descobertos de novo por toda a Europa, assiste-se à revitalização do Caminho no Sul. O número de peregrinos é ainda modesto, mas vai em crescendo.
Eis um domínio em que não se pode improvisar nem actuar isoladamente, fomentando percursos um pouco ao sabor das circunstâncias. A organização é a chave do sucesso. De facto, torna-se necessário um esforço concertado, ao nível nacional e internacional, para determinar as vias mais praticáveis e conseguir a sua homologação pelas entidades religiosas e civis, para criar albergues e pontos de apoio (uma das grandes lacunas com que se deparam os peregrinos) e para recuperar e tornar acessíveis os monumentos e outros valores culturais e naturais associados ao Caminho.
No Baixo Alentejo, a recuperação dos antigos itinerários de peregrinação tem vindo a ser promovida pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja. Esta iniciativa, levada a cabo em parceria com os municípios e outras entidades da região, obteve já o reconhecimento da União Europeia, sendo um dos eixos de “Loci Iacobi – Lugares de Santiago, Lieux de Saint Jacques”, projecto-piloto que abrange Portugal, Espanha e França. O seu principal intuito é contribuir para a dinamização dos itinerários utilizados ao longo dos séculos pelos peregrinos.
A apresentação pública do projecto realiza-se em Alvito, a 25 de Março, no Seminário Internacional “O Caminho de Santiago e a Identidade Europeia”, destinado a assinalar o Ano Santo Jacobeu de 2010. Tendo como fio condutor a análise da peregrinação compostelana no contexto da Europa do século XXI, o encontro parte de uma reflexão sobre o passado, o presente e o futuro do Caminho para dar a conhecer a experiência e as perspectivas das três instituições responsáveis por “Loci Iacobi”: a Xunta de Galicia, governo autonómico da Galiza, com papel decisivo na gestão do Caminho; a Communauté d’Agglomération (comunidade urbana) de Le Puy-en-Velay, cidade património mundial, ponto de partida da “Via Podiensis”, um dos percursos mais destacados em solo francês; e a Diocese de Beja.


Uma realidade transversal à Europa
O Caminho de Santiago é constituído pelos diferentes itinerários utilizados, ao longo dos séculos, pelos peregrinos a Santiago de Compostela, sulcando praticamente toda a Europa, de Norte a Sul e de Este a Oeste. A peregrinação ao túmulo de Santiago marcou, logo a partir dos seus primórdios, no século IX, a identidade europeia. Atingiu o apogeu na transição da Idade Média para a época moderna. Após alguns momentos de crise, voltou a ganhar vigor na segunda metade do século XX. Hoje permanece bem presente no quotidiano do velho continente, adquirindo uma dimensão internacional cada vez mais notória e sendo percorrido por milhões de pessoas todos os anos.
Declarado Primeiro Itinerário Cultural Europeu (1987) e Património da Humanidade em Espanha (1993) e França (1998), o Caminho de Santiago, embora fiel a raízes plurisseculares, não deixa de ser uma realidade em constante evolução. O avanço da pesquisa científica e o entusiasmo dos peregrinos trouxeram à luz do dia, no decurso das últimas décadas, segmentos esquecidos das antigas vias. Em muitas regiões estão em curso actividades de revalorização dos percursos históricos. Aliás, o próprio fenómeno da peregrinação ganhou novos contornos, à luz da cultura e da espiritualidade dos nossos dias. Tudo isto tem enriquecido o Caminho, abrindo horizontes e criando novos desafios, como os que unem agora a Galiza, o Haute-Loire e o Alentejo.

Potenciar o património comum
A redescoberta de pontos-chaves do Caminho, a interpretação do património cultural e natural a ele associado e a qualificação do acolhimento dos peregrinos são algumas das prioridades do projecto “Loci Iacobi – Lugares de Santiago, Lieux de Saint Jacques”, assente na abordagem transversal dos fenómenos históricos, religiosos e turísticos que favorece o seu entendimento a uma escala mais alargada, visando distintas zonas do velho continente. Esta acção resulta de uma parceria formada em 2009 no âmbito do Programa de Cooperação Territorial do Espaço Sudoeste Europeu (SUDOE), apoiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
O território correspondente à Diocese de Beja, a segunda mais extensa de Portugal, é um exemplo de como o Caminho de Santiago tem vindo a ser redescoberto nos últimos anos pelos investigadores e pelos peregrinos. Ao longo deste vasto espaço distribuem-se alguns dos principais itinerários do Caminho no Sudoeste Peninsular. Entre as vias que ligam a Andaluzia à Galiza merece destaque o que entra por Serpa, passa por Beja e, ao inflectir para o Norte, em direcção a Évora e depois a Santarém, tem uma referência primordial em Alvito, outrora ponto de paragem obrigatória para os viandantes. Por aqui passaram figuras de renome, como o médico e humanista Hyeronimus Münzer, cidadão de Nuremberga, enviado do imperador Maximiliano ao rei D. João II em 1494.
Elevada a vila em 1280, Alvito ocupou posição de relevo na zona entre Beja e Évora, sobressaindo pelos seus monumentos e obras de arte. O acolhimento dos peregrinos efectuava-se no hospital do Espírito Santo, fundação de D. Estêvão Anes (+ 1279), chanceler-mor de D. Afonso III. Em meados de Quinhentos, esta instituição ficou integrada na Santa Casa da Misericórdia, adoptando mais tarde o título de Nossa Senhora das Candeias. A igreja matriz, sob a invocação de Santa Maria (depois Nossa Senhora da Assunção), foi reconstruída na transição do século XV para o XVI e fez parte da rede dos santuários secundários do Caminho. Uma pintura mural “a secco”, de finais de Quatrocentos, representa Santiago, ladeado por São Sebastião e Santo André, com a túnica e o livro dos discípulos de Cristo e a capa, o bordão e o chapéu dos peregrinos, evocando a devoção ao apóstolo.
O Seminário Internacional, organizado pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja em colaboração com o Município de Alvito, decorre no Centro Cultural desta vila durante a manhã do dia 25. Conta com a participação de peritos no estudo, identificação e promoção do Caminho de Santiago, como Carmen Pardo, Corinne Gonçalves, José António Falcão, Géraldine Dabrigeon e Pedro Canavarro. A inscrição é gratuita. Da parte da tarde efectua-se uma visita ao concelho.






Santiago Maior. Século XV. Igreja Matriz de Alvito

19/03/2010

ALVITO - 1º PASSEIO BTT ROTA DOS MOINHOS





Realiza-se a 27 de Março próximo o 1º Passeio BTT Rota dos Moinhos, em Alvito, promovido pela Câmara Municipal, com o apoio dos Bombeiros Voluntários de Alvito e das Juntas de Freguesia do concelho, no âmbito do Dia Mundial da Juventude.
Pretende-se sensibilizar o uso da bicicleta como meio de transporte não poluente, assim como a divulgação da prática lúdica de desporto.




As inscrições são gratuitas e efectuadas através do e-mail btt.alvito@cm-alvito.pt

ALVITO - EXPOSIÇÃO EM.CANTOS - ANTÓNIO DURO





Patente ao público até 26 de Março, todos os dias úteis, entre as 9h e as 17.30h com interrupção-12.30h-14h.

ALVITO - ROTA DO FRESCO - ESPECIAL PÁSCOA 2010




25/01/2010

ALVITO - AS ERVAS DA BARONIA - 1 a 7 de FEVEREIRO





O Município de Alvito organiza pelo quarto ano consecutivo O Ciclo Gastronómico “As Ervas da Baronia”. Este ciclo gastronómico integra três semanas gastronómicas dedicadas às ervas que a natureza nos proporciona durante as várias épocas o ano: Em Fevereiro tivemos os pratos confeccionados à base de Espargos, Catacuzes e Carrasquinhas; em Junho são as Beldroegas que predominam nas cozinhas e em Novembro, os Poejos, os Coentros, as Hortelãs e outras ervas aromáticas, que se apanham no campo, fazem as delícias de quem se deslocar aos restaurantes aderentes de Alvito e de Vila Nova da Baronia.

De 1 a 7 de Fevereiro a gastronomia assume-se como a principal protagonista para ser saboreada por todos quantos visitem o concelho.


14/01/2010

ALVITO NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA




Convidamo-lo a estar presente no próximo dia 17 de Janeiro, Domingo, pelas 17h00, no stand do Turismo do Alentejo na BOLSA DE TURISMO DE LISBOA, para degustar sabores de catacuzes, carrasquinhas e espargos, ervas bravias que são o mote da semana gastronómica "As Ervas da Baronia".

Connosco, com a (re)conhecida Escola Profissional de Alvito, com o maior produtor nacional de espargos, Alvispargos e com os medalhados vinhos Serros da Mina (da Herdade das Barras), irá ter uma experiência inesquecível.

A semana gastronómica "As Ervas da Baronia", principal iniciativa que divulgaremos nesta Feira Internacional de Turismo, levará à mesa dos restaurantes aderentes toda a riqueza do sabor do campo com pratos em torno de catacuzes, carrasquinhas e espargos, que podem ser degustados entre 1 e 7 de Fevereiro nas duas freguesias do concelho de Alvito.

ART ' ALEN TEJO



07/01/2010

INSÓNIA ALENTEJANA






Pátria pequena, deixa-me dormir,
Um momento que seja,
No teu leito maior, térrea planura
Onde cabe o meu corpo e o meu tormento.
Nesta larga brancura
De restolhos, de cal e solidão,
E ao lado do sereno sofrimento
Dum sobreiro a sangrar,
Pode, talvez, um pobre coração
Bater e ao mesmo tempo descansar...

Terra parida,
Num parto repousado,
Por não sei que matrona natureza
De ventre desmedido,
Olho, pasmado,
A tua imensidade.
Um corpo nu, em lume ou regelado,
Que tem o rosto da serenidade.

José Régio

18/12/2009

ALVITO - CONCERTO DE NATAL





Neste Natal visite Alvito!

No dia 26 de Dezembro, pelas 21h00, aprecie a monumentalidade da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção e assista ao Concerto de Natal com a Filarmónica dos Bombeiros Voluntários, os Campos do Alentejo, as Madrugadeiras, os Amigos do Cante e o Grupo de Canto Coral.




Há sempre bons motivos para visitar Alvito!


17/12/2009

GENTE DE LISBOA




"A luminosidade
desta gente.
Por toda a parte
gente bonita.
Atirando
ramos de flores
nos olhares.
Tão velha a vida."

Raul de Carvalho


01/11/2009

AMIÚDE






No vale dos afectos
ninguém está seguro:


Mingua a lembrança,
Esquece-se o rosto,
Retorna-se ao eu,
Os lábios secam, as palavras dormem, os sonhos dispersam-se,

a presença ausenta-se, há o lago de que não se vê o fundo -

E apenas as pequenas ilusões
- um café, o cigarro, a limonada -
imitam dois corações unidos ...



Raul de Carvalho

19/10/2009

ALVITO - FEIRA DOS SANTOS








HISTÓRIA


A Feira de Alvito ou dos Santos, designação por que é mais conhecida e lhe cabe pela data da sua realização – 1, 2 e 3 de Novembro – (não nos esquecemos que dia 01 de Novembro é reservado no calendário da Igreja para a celebração de todos os Santos), remonta ao século XVI. Foi o povo e a Câmara que em carta enviada ao rei em 1579 solicitaram a realização do certame, tendo em vista, por um lado escoar a produção local, com destaque para os produtos agrícolas e hortícola, designadamente estes que alcançavam uma expressão muito significativa ao nível da economia do concelho, por outro assegurar o abastecimento da terra.

Mandou o monarca que a feira tivesse lugar em dia de Santiago, data que não mereceu o acordo dos moradores, que entenderam como mais conveniente o dia 1 de Novembro, no que conveio o Cardeal D. Henrique que então reinava.

A feira, de realização anual, contribuía de uma forma muito significativa para a prosperidade da vila e das suas gentes. Tornou-se rapidamente um pólo de atracção comercial, nomeadamente ao nível dos concelhos limítrofes, onde afluíam mercadores, tendeiros e outros vendedores, bem como compradores, de várias regiões do país, sendo mesmo de destacar a presença de espanhóis que aproveitavam a ocasião para comprar e vender diversas mercadorias.

Para o êxito da feira contribuiu definitivamente a data da sua realização, coincidente com o final e o início do ano agrícola. Tornou-se rapidamente um espaço privilegiado de venda de frutos secos – castanhas, nozes, figos e amêndoas de legumes como o feijão, de cereais e ainda de muitos e variados produtos artesanais, não faltando também neste domínio a presença dos produtos locais. Refira-se que já no século XVI a feira era um espaço de animação: não faltavam as tendas de vinho, jogos e as mulheres de má vida, assunto que mereceu particular atenção da Câmara.

Anterior a esta feira, foi a de Santa Maria, criada por D. Dinis em 1295 e de cuja realização já não havia notícia em 1579 quando se instituiu a actual. Certamente não terá resistido à crise do século XIV.

Já no século XIX e tendo em conta mais uma vez o abastecimento e desenvolvimento da vila, a Câmara instituía, em 1899 uma outra feira, que ficou conhecida como Feira Nova e se realizava entre 20 e 21 de Agosto. Também ela foi de curta duração, pois em 1914, segundo informação do Administrador do Concelho da altura, já só se realizava a Feira dos Santos. Em 1949 a Câmara ensaiou a criação de nova feira. Tinha lugar a 4 e 5 de Julho e uma vez mais repetiu-se o insucesso da de 1899. Para ficar estava sem dúvida a Feira dos Santos, cuja tradição persiste passados que são mais de quatro séculos sobre a sua criação.

Enquanto outros certames de raiz e características vincadamente populares tendem a desaparecer, a Feira de Alvito, de ano para ano cresce e torna-se um forte pólo de atracção regional. Hoje a feira reflecte as mudanças da economia e dos tempos modernos.

A animação e outro comércio que não o tradicional, ganham cada vez maior espaço, assim como as actividades lúdicas e culturais promovidas pela autarquia, sempre preocupada em bem receber os filhos da terra que regressam nesta altura, e os muitos forasteiros que visitam a vila.

Mas não se perdeu de todo o velho hábito de vir à Feira de Alvito comprar as nozes, as amêndoas, as castanhas ou os figos secos, aconchego das longas e frias noites que se fazem adivinhar.

Em cada ano que passa Alvito alinda-se para a feira. As ruas ficam mais cuidadas e o casario mais branco. No ar pairam cheiros de pitéus que sempre se preparam para receber familiares e amigos; vestem-se fatos domingueiros, as ruas enchem-se de carros e gentes num bulício pouco usual e alegremente perturbador da pacatez da vila. A Praça e o Rossio são um mar de gente.

A feira é festa e Alvito, por um dia, toma-se a capital do Alentejo.

FEIO, Jorge; in Jornal da Feira, 2002











09/10/2009

FERNANDO PEIXOTO - HOMENAGEM





No próximo dia 31 de Outubro, pelas 21.30h, no Auditório Municipal de Gaia, a Associação das Colectividades de Gaia vai homenagear FERNANDO PEIXOTO, o Poeta, o Historiador e Investigador, o Escritor, Encenador, Cidadão exemplar, Pai extremoso e "tantas searas mais de sabedoria que nos deixou"(como muito bem diz Brancamar ), evocando todo o seu percurso de vida.

Será um espectáculo com música, teatro e poesia com textos de sua autoria.

Para reservar o seu convite, envie urgentemente um email para helena_peixoto@sapo.pt, com o número de convites que pretende reservar.


















A CAMINHO DE SIÃO


Embarcastes na nau de uma promessa
Que navega ondulante sobre a vida
Na viagem dos anos, que começa
No momento preciso da partida,
Quando um sonho ansioso se atravessa
Em direcção à Terra Prometida.
Como nautas partis nesta aventura
Carregados de sonhos e ternura.

Tormentas e procelas surgirão,
Alguns ventos virão para anular
Os caminhos que a vossa decisão
Vos ditou como rumo p’ra alcançar,
Onde se ergue a montanha de Sião
Na qual, por fim, haveis de repousar.
E podeis crer que nem a Tempestade
Tem mais poder que a força da Vontade.

Quando assim se navega, na certeza
Que há um porto de abrigo à nossa espera,
O leme é mais seguro e há mais firmeza
Na nau que sulca as águas da quimera:
Extingue-se o Inverno, ante a beleza
Com que, súbito, irrompe a Primavera.
E finalmente o Sol se sentará
No trono fulgurante da Manhã!

E se o mar vos parece mais bravio
Dobrai o vosso Cabo da Esperança:
Que o mar pouco mais é que um largo rio
Onde sobram correntes de bonança.
O mar da vida é sempre um desafio
Que tem de se enfrentar como uma herança
E que a todos atinge por igual.
No Amor ... não há pecado original!


FERNANDO PEIXOTO

In ARCA DE TERNURA


Seguidores

Arquivo do blogue