30/06/2014
27/06/2014
“À nossa mesa com… mel”
Maria José Palma, autora do livro “À nossa mesa com… mel” expõe no Posto de Turismo
“À VOLTA DO MEL"
O mel, produto natural, fonte de saúde e também elemento importante na gastronomia e doçaria alentejanas pode ser apreciado, nas mais variadas formas, entre 25 de junho e 31 de Agosto em Alvito…coração do Alentejo.
11/06/2014
ALVITO Elementos para a história de Alvito.
ALVITO
Elementos para a história de Alvito.
Elementos para a história de Alvito.
Recordo com muita saudade o casal que guardava o Castelo de Alvito no tempo que o meu avô era responsável pelo mesmo junto da Fundação da Casa de Bragança. Eram o Sr. João e a Dª Ermelinda , um casal simpático, ela costureira ele guarda do castelo. Um bom conversador que se interessou por conhecer a história do castelo e que entre outros pormenores nos contava a história de um príncipe que teria nascido em Alvito.
Encontrei há dias uma descrição do nascimento, em Alvito , do 5º filho de D. João III e de Dª Catarina. Aqui a transcrevo por ser mais um elemento para a história desta maravilhosa terra.
Encontrei há dias uma descrição do nascimento, em Alvito , do 5º filho de D. João III e de Dª Catarina. Aqui a transcrevo por ser mais um elemento para a história desta maravilhosa terra.
“Manuel, o quinto filho de João III e de Catarina, nasce no princípio de Novembro de 1531 em Alvito, no Alentejo, no castelo do vedor da Fazenda, Rodrigo Lobo, onde a corte estava refugiada da peste que grassava em Lisboa. É um herdeiro desejado, depois de vários nascimentos que não resolveram o problema dinástico. Após um inverno catastrófico, em que a população viveu no terror dos tremores de terra, da fome e da peste, o feliz nascimento deve ter sido acolhido como um sinal de bom augúrio para os tempos futuros. A corte e o país rejubilam: há notícias de festas e bailes em Alvito, pelo nascimento do príncipe, e da cerimónia do baptismo, faustosa apesar do exílio da corte e celebrada a 12 de Novembro. Pela mesma altura João III encomenda a Nicolau Chanterenne, artista contemporâneo de Vicente, a escultura de mármore e alabastro para o altar da capela da Pena em Sintra. Uma inscrição recorda o motivo: ob felicem partum Catharinae reginae conjugis incom parabilis suscepto Emmanuele filio principi.
No ano seguinte haverá uma festa de corte em Lisboa, durante a qual Vicente apresentará Lusitânia, um auto para festejar o nascimento do príncipe nosso senhor, porque não pôde em Alvito.
As festividades não se confinam a Portugal. O padrinho do príncipe é o imperador Carlos V, cunhado de João III .”
No ano seguinte haverá uma festa de corte em Lisboa, durante a qual Vicente apresentará Lusitânia, um auto para festejar o nascimento do príncipe nosso senhor, porque não pôde em Alvito.
As festividades não se confinam a Portugal. O padrinho do príncipe é o imperador Carlos V, cunhado de João III .”
Também a Wikipédia confirma estes elementos:
“Manuel de Portugal (Alvito, 11 de Novembro de 1531 - Évora, 14 de Abril de 1537), foi príncipe herdeiro de Portugal desde 1535 até à sua morte.
Manuel era o quinto filho de João III de Portugal e Catarina de Áustria, sendo neto por via paterna de Manuel I de Portugal e Maria de Aragão, e por via materna de Filipe I de Castela e Joana, a Louca.
Em 1535, o pai designou-o oficialmente herdeiro da Coroa de Portugal, ao invés de sua irmã mais velha D. Maria Manuela. Contudo, a sua morte prematura, dois anos mais tarde, quando ainda não completara os seis anos de idade, provavelmente devido à consaguinidade resultante das sucessivas uniões dinásticas entre Portugal e Castela desde o início do século XVI, levou a que fosse sucedido no título de príncipe pelo seu irmão mais novo, Filipe.”
Manuel era o quinto filho de João III de Portugal e Catarina de Áustria, sendo neto por via paterna de Manuel I de Portugal e Maria de Aragão, e por via materna de Filipe I de Castela e Joana, a Louca.
Em 1535, o pai designou-o oficialmente herdeiro da Coroa de Portugal, ao invés de sua irmã mais velha D. Maria Manuela. Contudo, a sua morte prematura, dois anos mais tarde, quando ainda não completara os seis anos de idade, provavelmente devido à consaguinidade resultante das sucessivas uniões dinásticas entre Portugal e Castela desde o início do século XVI, levou a que fosse sucedido no título de príncipe pelo seu irmão mais novo, Filipe.”
IGREJA DE SANTO ANTÓNIO
IGREJA DE SANTO ANTÓNIO
Arquitectura Religiosa / Capela
Terreiro de Santo António
Alvito.
Alvito.
Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público.
Parecer favorável de 30-04-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P. .
Parecer favorável de 30-04-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P. .
Igreja de nave única, de planta rectangular, caracteriza-se pela simplicidade de linhas e pela escassa fenestração, mantendo, como elementos de destaque, o portal recto encimado por volutas e uma volumetria que se impõe na paisagem circundante. Fundada durante o período filipino pela Ordem de São Francisco da Província dos Algarves, possui duas capelas laterais, dedicadas a S. Domingos e ao Sr. Jesus dos Passos; a capela-mor é inteiramente revestida de azulejos de padrão azuis e brancos, datáveis de finais do séc. XVII, e possui um notável retábulo maneirista, em talha, constituído por 7 painéis com pintura sobre tábua, sendo o painel central formado por um nicho com a imagem do padroeiro. As pinturas representam cenas da vida de Santo António e de Sâo Domingos, com excepção do painel do tímpano, dedicado à invocação da Santíssima Trindade; a abóbada da capela mor encontra-se decorada com pinturas murais de grotescos e motivos florais que enquadram um medalhão central representando a morte de São Francisco, numa composição atribuível ao barroco joanino. SML. (IGESPAR)
Datada de 1640, é uma igreja maneirista em que se destaca o tecto pintado em estilo proto-barroco e revestimento em azulejo azul e branco.(J.F.A.)
Fotos da net
ALVITO - MEMÓRIAS
ALVITO - MEMÓRIAS
A Arte Manuelina na Arquitectura de Alvito. Impressões e Apontamentos.
Luiz de Pina Manique. «… descreveu o castelo de Alvito como a mais notável de todas as construções do género, tanto pela grandeza e aspecto guerreiro do edifício, como pelo seu excelente estado de conservação…»
Luiz de Pina Manique. «… descreveu o castelo de Alvito como a mais notável de todas as construções do género, tanto pela grandeza e aspecto guerreiro do edifício, como pelo seu excelente estado de conservação…»
«Merece, porém, que se lhe consagrem uns momentos de atenção pelo cunho característico da sua arquitectura, embora sumária e muito sóbria, mas cuja forma decorativa reveste um aspecto especial nesta vila afastada e tão pequena. Carvalho Costa, na sua Corografia Portuguesa, limítou-se a dizer que tinha um castelo com seu palácio em que assistiam os condes e era povoação de dois mil vizinhos com nobreza. Passados anos, em 1747, informou o padre Cardoso que o castelo tinha cinco torres sobre as quais se estribava o palácio do barão-conde e que a torre a que chamão de Omenagem não está acabada, é de bastante altura e toda feita de pedra de cantaria.
Nas memórias paroquiais de 1758, fr. Ambrósio Brochado, da Ordem da Trindade e reitor da paroquial de Alvito, relatou sem mais considerações que a vila era cabeça das terras da baronia por estar nelas o castelo e palácio do barão conde, onde poisava quando a elas vinha, mas que não era praça de armas nem padeceu ruína alguma no terremoto de 1755.
Numa notícia publicada em 1866 no Arquivo Pittoresco, ilustrada com uma bela gravura de João Pedroso, descreveu Vilhena Barbosa o castelo de Alvito como a mais notável de todas as construções do género, tanto pela grandeza e aspecto guerreiro do edifício, como pelo seu excelente estado de conservação, sem embargo de estarem pesando sobre as suas abóbadas mais de quatro séculos; nada anotou, porém, quanto à arquitectura da vila, como também anteriormente o não tinha feito em Villas e Cidades, ao falar desta antiga povoação.
Pinho Leal, no Portugal Antigo e Moderno, servindo-se certamente do que disse o padre Cardoso, citou só o castelo ou palácio acastelado de Alvito, com as suas cinco torres, das quais uma, a de menagem, de cantaria e não acabada, como a fortaleza mais robusta e bem conservada de Portugal. Por seu turno, publicou Gerardo Pery, em 1885, a monografia do concelho, encarando o seu aspecto estatístico e agrícola, pouco se referindo por consequência à vila e ao castelo.
Nas memórias paroquiais de 1758, fr. Ambrósio Brochado, da Ordem da Trindade e reitor da paroquial de Alvito, relatou sem mais considerações que a vila era cabeça das terras da baronia por estar nelas o castelo e palácio do barão conde, onde poisava quando a elas vinha, mas que não era praça de armas nem padeceu ruína alguma no terremoto de 1755.
Numa notícia publicada em 1866 no Arquivo Pittoresco, ilustrada com uma bela gravura de João Pedroso, descreveu Vilhena Barbosa o castelo de Alvito como a mais notável de todas as construções do género, tanto pela grandeza e aspecto guerreiro do edifício, como pelo seu excelente estado de conservação, sem embargo de estarem pesando sobre as suas abóbadas mais de quatro séculos; nada anotou, porém, quanto à arquitectura da vila, como também anteriormente o não tinha feito em Villas e Cidades, ao falar desta antiga povoação.
Pinho Leal, no Portugal Antigo e Moderno, servindo-se certamente do que disse o padre Cardoso, citou só o castelo ou palácio acastelado de Alvito, com as suas cinco torres, das quais uma, a de menagem, de cantaria e não acabada, como a fortaleza mais robusta e bem conservada de Portugal. Por seu turno, publicou Gerardo Pery, em 1885, a monografia do concelho, encarando o seu aspecto estatístico e agrícola, pouco se referindo por consequência à vila e ao castelo.
NOTA: Gerardo Augusto Pery, não obstante, juntou várias notas e documentos de grande interesse para a sua história, mormente no que respeita às relações entre os senhores da vila e os trinitários, a propósito da jurisdição da ermida ou igreja do Espírito Santo, por aqueles instituída no castelo; porém quanto à sua arquitectura nada relatou.
Logo depois, na consagrada obra sobre a arquitectura do Renascimento em Portugal, onde inseriu interessantíssimos desenhos seus e esboços dos monumentos que visitou, referiu-se muito rapidamente Albrecht Haupt ao castelo de Alvito por não ter podido estudá-lo em pormenor. Considerava-o como uma das mais notáveis construções da época, com as suas quatro torres redondas nos ângulos do quadrilátero que envolve o grande pátio, também quadrangular, coroado de ameias e circundado de abóbadas e arcarias». In Luiz de Pina Manique, A Arte Manuelina na Arquitectura de Alvito, Impressões e Apontamentos, Associação dos Arqueólogos Portugueses, Edição subsidiada pelo Instituto para a Alta Cultura, Lisboa, oficinas gráficas de Bertrand, Irmãos, 1949.
Cortesia de AAPortugueses/JDACT
In Blog Montalvo e as Ciências do Nosso Tempo
MORABITO - ERMIDA DE Stª LUZIA
MORABITO - ERMIDA DE Stª LUZIA
"Edificada possivelmente no início do século XVI, fazendo um reaproveitamento de um morabito, a Ermida de Santa Luzia é um pequeno templo rural situado no perímetro de Alvito.
A sua construção data do período de evangelização dos padres trinos na região, tendo sido possivelmente patrocinada por D. Diogo Lobo da Silveira, conde de Alvito (ESPANCA, Túlio, 1993).
O pequeno templo é constituído por dois corpos distintos, correspondentes à ermida e ao alpendre. O alpendre de alvenaria caiada, edificado no século XVII, é aberto por três arcadas plenas.
O corpo principal, de planta quadrada, é coberto por uma cúpula cónica, revestida de um conjunto de pintura mural, executada no século XVII pela oficina de José de Escovar, representando figuras de santos e anjos músicos, enquadrados por ferroneries e cartelas (SOUSA, Catarina V.,2003,p.69).
Catarina Oliveira
GIF/IPPAR/ 5 de Maio de 2005
A sua construção data do período de evangelização dos padres trinos na região, tendo sido possivelmente patrocinada por D. Diogo Lobo da Silveira, conde de Alvito (ESPANCA, Túlio, 1993).
O pequeno templo é constituído por dois corpos distintos, correspondentes à ermida e ao alpendre. O alpendre de alvenaria caiada, edificado no século XVII, é aberto por três arcadas plenas.
O corpo principal, de planta quadrada, é coberto por uma cúpula cónica, revestida de um conjunto de pintura mural, executada no século XVII pela oficina de José de Escovar, representando figuras de santos e anjos músicos, enquadrados por ferroneries e cartelas (SOUSA, Catarina V.,2003,p.69).
Catarina Oliveira
GIF/IPPAR/ 5 de Maio de 2005
(IGESPAR)
Foto publicada por Farouk Abdalah no Blog ar-ribat
04/06/2014
CONCERTOS AO ENTARDECER
ALVITO
A edição de ´Concertos ao Entardecer 2014´ tem início no próximo dia 15 de junho, na Pousada do Castelo de Alvito.
O final da tarde de 15 de junho desfruta-se com a Orquestra de Jazz da Universidade de Évora, dirigida pelo Maestro Claus Nymark, na Pousada do Castelo de Alvito.
Um concerto a não perder, às 19h.
As entradas são livres!
02/06/2014
ALVITO - ERVAS DA BARONIA
ALVITO
ERVAS DA BARONIA
De 7 a 10 de junho "As Ervas da Baronia" levam a natureza à sua mesa
Como recusar uma açorda de beldroegas com queijo de cabra?
As Ervas da Baronia levam a natureza à mesa das pessoas e apresentam-lhes paladares pujantes e verdadeiros. São produtos que nascem nos campos e, por isso, muito saudáveis e repletos de sabor.
Os saberes da tradição são colocados ao dispor dos visitantes que os acompanham com os néctares da região.
Como recusar uma açorda de beldroegas com queijo de cabra?
São muitos os restaurantes aderentes e são ainda mais as propostas para que se prove as saborosas iguarias que confecionam… em Alvito, coração do Alentejo.
27/05/2014
ALVITO - MEMÓRIAS
ALVITO - MEMÓRIAS
A Arte Manuelina na Arquitectura de Alvito.
Impressões e Apontamentos.
Luiz de Pina Manique. «… descreveu o castelo de Alvito como a mais notável de todas as construções do género, tanto pela grandeza e aspecto guerreiro do edifício, como pelo seu excelente estado de conservação…»
«Merece, porém, que se lhe consagrem uns momentos de atenção pelo cunho característico da sua arquitectura, embora sumária e muito sóbria, mas cuja forma decorativa reveste um aspecto especial nesta vila afastada e tão pequena. Carvalho Costa, na sua Corografia Portuguesa, limítou-se a dizer que tinha um castelo com seu palácio em que assistiam os condes e era povoação de dois mil vizinhos com nobreza. Passados anos, em 1747, informou o padre Cardoso que o castelo tinha cinco torres sobre as quais se estribava o palácio do barão-conde e que a torre a que chamão de Omenagem não está acabada, é de bastante altura e toda feita de pedra de cantaria.
Nas memórias paroquiais de 1758, fr. Ambrósio Brochado, da Ordem da Trindade e reitor da paroquial de Alvito, relatou sem mais considerações que a vila era cabeça das terras da baronia por estar nelas o castelo e palácio do barão conde, onde poisava quando a elas vinha, mas que não era praça de armas nem padeceu ruína alguma no terremoto de 1755.
Numa notícia publicada em 1866 no Arquivo Pittoresco, ilustrada com uma bela gravura de João Pedroso, descreveu Vilhena Barbosa o castelo de Alvito como a mais notável de todas as construções do género, tanto pela grandeza e aspecto guerreiro do edifício, como pelo seu excelente estado de conservação, sem embargo de estarem pesando sobre as suas abóbadas mais de quatro séculos; nada anotou, porém, quanto à arquitectura da vila, como também anteriormente o não tinha feito em Villas e Cidades, ao falar desta antiga povoação.
Pinho Leal, no Portugal Antigo e Moderno, servindo-se certamente do que disse o padre Cardoso, citou só o castelo ou palácio acastelado de Alvito, com as suas cinco torres, das quais uma, a de menagem, de cantaria e não acabada, como a fortaleza mais robusta e bem conservada de Portugal. Por seu turno, publicou Gerardo Pery, em 1885, a monografia do concelho, encarando o seu aspecto estatístico e agrícola, pouco se referindo por consequência à vila e ao castelo.

NOTA: Gerardo Augusto Pery, não obstante, juntou várias notas e documentos de grande interesse para a sua história, mormente no que respeita às relações entre os senhores da vila e os trinitários, a propósito da jurisdição da ermida ou igreja do Espírito Santo, por aqueles instituída no castelo; porém quanto à sua arquitectura nada relatou.
Logo depois, na consagrada obra sobre a arquitectura do Renascimento em Portugal, onde inseriu interessantíssimos desenhos seus e esboços dos monumentos que visitou, referiu-se muito rapidamente Albrecht Haupt ao castelo de Alvito por não ter podido estudá-lo em pormenor. Considerava-o como uma das mais notáveis construções da época, com as suas quatro torres redondas nos ângulos do quadrilátero que envolve o grande pátio, também quadrangular, coroado de ameias e circundado de abóbadas e arcarias». In Luiz de Pina Manique, A Arte Manuelina na Arquitectura de Alvito, Impressões e Apontamentos, Associação dos Arqueólogos Portugueses, Edição subsidiada pelo Instituto para a Alta Cultura, Lisboa, oficinas gráficas de Bertrand, Irmãos, 1949.
Cortesia de AAPortugueses/JDACT
In Blog Montalvo e as Ciências do Nosso Tempo
06/05/2014
EXPOSIÇÂO DE TAPETES DE ARRAIOLOS
EXPOSIÇÃO DE TAPETES DE ARRAIOLOS NO POSTO DE TURISMO
Peças têxteis genuinamente portuguesas que trazem consigo parte da história de Portugal, onde a grande influência oriental é a base estrutural e decorativa mas onde se mistura também o saber do bordar. No Posto de Turismo de Alvito de 6 de maio a 20 de junho.
Visite-nos!
24/03/2014
DIA MUNDIAL DO TEATRO
Noite cultural no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Teatro, em Alvito
| 28 de março | 21h | Centro Cultural |
Nas comemorações do Dia Mundial do Teatro, a Quarto Crescente apresenta a peça “Feminino”, na próxima sexta-feira, 28 de março, às 21h, no Centro Cultural de Alvito.
ESPERAMOS POR SI.
TRAGA TAMBÉM OS AMIGOS!
19/03/2014
CONCERTO DE PRIMAVERA
ALVITO
Concerto de Primavera
ORQUESTRA CLÁSSICA DO SUL
Música de Câmara
DIA 29 DE MARÇO, ÀS 18 H, NO CENTRO CULTURAL DE ALVITO
A Orquestra Clássica do Sul é herdeira do percurso de sucesso da Orquestra do Algarve, cuja carreira nos principais palcos nacionais e internacionais foi elogiada pela crítica especializada, enaltecendo a sua elevada qualidade artística e excelência.
Composta por 31 músicos selecionados em concurso público internacional, realiza concertos de música de câmara, ópera, concertos promenade, concertos ligados a outras expressões artísticas, workshops e masterclasses.
Cesário Costa é Diretor Artístico e Maestro Titular da orquestra e o Quarteto de Cordas é formado por Laurentiu Simões e Alma Ramírez nos Violinos, Teresa Fleming na Viola e Vasile Stanescu no Violoncelo.
O programa deste Concerto de Primavera apresenta o Quarteto nº 1, op.12 de F. Mendelssohn (1809-1847) e o Quarteto em Dó Maior, K.465 de W. A. Mozart (1756-1791).
Um concerto a não perder. Venha e traga a família e os amigos!
Concerto de Primavera
ORQUESTRA CLÁSSICA DO SUL
Música de Câmara
DIA 29 DE MARÇO, ÀS 18 H, NO CENTRO CULTURAL DE ALVITO
A Orquestra Clássica do Sul é herdeira do percurso de sucesso da Orquestra do Algarve, cuja carreira nos principais palcos nacionais e internacionais foi elogiada pela crítica especializada, enaltecendo a sua elevada qualidade artística e excelência.
Composta por 31 músicos selecionados em concurso público internacional, realiza concertos de música de câmara, ópera, concertos promenade, concertos ligados a outras expressões artísticas, workshops e masterclasses.
Cesário Costa é Diretor Artístico e Maestro Titular da orquestra e o Quarteto de Cordas é formado por Laurentiu Simões e Alma Ramírez nos Violinos, Teresa Fleming na Viola e Vasile Stanescu no Violoncelo.
O programa deste Concerto de Primavera apresenta o Quarteto nº 1, op.12 de F. Mendelssohn (1809-1847) e o Quarteto em Dó Maior, K.465 de W. A. Mozart (1756-1791).
Um concerto a não perder. Venha e traga a família e os amigos!
11/03/2014
ALVITO CORAÇÃO DO ALENTEJO NA 26ª EDIçÂO DA BTL
CONCELHO DE ALVITO REPRESENTADO NA 26ª EDIÇÃO DA BTL
ALVITO CORAÇÃO DO ALENTEJO
Alvito Coração do Alentejo é o mote para a divulgação do Município na BTL – Feira Internacional de Turismo de Lisboa, que decorre de 12 a 16 de Março, na FIL – Parque das Nações.
A BTL é o maior certame nacional da indústria do turismo e este ano, na sua 26ª edição, a organização apostou na temática “Turismo: A Indústria do Sorriso”, destacando a hospitalidade, a simpatia e a arte de bem receber no nosso país.
O Município de Alvito irá marcar presença na Feira através da participação coletiva da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e irá também procurar dar ênfase à hospitalidade e simpatia na forma de receber.
Em cada um dos dias da promoção do concelho na Feira irão ser oferecidos produtos locais, que destacam a qualidade dos sabores de Alvito. Assim, no primeiro dia, 12 de Março, será promovido o pão (“Padaria da Jú”), no dia seguinte os corações da D. Leocádia, no dia 14 será a vez da pasta de azeitona e dos nógados (Maria Antónia Goes), a 15 a oferta é de laranjas (Domingos Reforço) e no último dia, 16 de Março, o destaque vai para o azeite (UCASUL e Horta da Vila).
No dia 14, sexta-feira, a partir das 18h00, haverá lugar à degustação de paladares em torno dos frutos secos que serão o mote do Festival Gastronómico, programado para a Feira dos Santos já em 2014. Como antecipação dos sabores deste Festival, a Escola Profissional de Alvito dará a conhecer “petiscos” salgados ou doces confecionados com nozes, castanhas e outros frutos secos que estão associados à Feira dos Santos de Alvito. O vinho da Herdade das Barras marca igualmente presença como acompanhante deste momento de prazer gastronómico.
Também o filme promocional Feira dos Santos irá ser mostrado diariamente no espaço comum da Turismo do Alentejo e Ribatejo.
Alvito é um concelho que quer promover sorrisos, simpatia e experiências positivas. Estas passam pela emoção e pela paixão ligadas também às fileiras da gastronomia, doçaria e vinhos. Sinta pois os prazeres de Alvito coração do Alentejo. Esperamos por si no Espaço Geral do Turismo do Alentejo e Ribatejo: Pavilhão 1; STAND 1A05; Município de Alvito: M11
http://www.cm-alvito.pt/
ALVITO CORAÇÃO DO ALENTEJO
Alvito Coração do Alentejo é o mote para a divulgação do Município na BTL – Feira Internacional de Turismo de Lisboa, que decorre de 12 a 16 de Março, na FIL – Parque das Nações.
A BTL é o maior certame nacional da indústria do turismo e este ano, na sua 26ª edição, a organização apostou na temática “Turismo: A Indústria do Sorriso”, destacando a hospitalidade, a simpatia e a arte de bem receber no nosso país.
O Município de Alvito irá marcar presença na Feira através da participação coletiva da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e irá também procurar dar ênfase à hospitalidade e simpatia na forma de receber.
Em cada um dos dias da promoção do concelho na Feira irão ser oferecidos produtos locais, que destacam a qualidade dos sabores de Alvito. Assim, no primeiro dia, 12 de Março, será promovido o pão (“Padaria da Jú”), no dia seguinte os corações da D. Leocádia, no dia 14 será a vez da pasta de azeitona e dos nógados (Maria Antónia Goes), a 15 a oferta é de laranjas (Domingos Reforço) e no último dia, 16 de Março, o destaque vai para o azeite (UCASUL e Horta da Vila).
No dia 14, sexta-feira, a partir das 18h00, haverá lugar à degustação de paladares em torno dos frutos secos que serão o mote do Festival Gastronómico, programado para a Feira dos Santos já em 2014. Como antecipação dos sabores deste Festival, a Escola Profissional de Alvito dará a conhecer “petiscos” salgados ou doces confecionados com nozes, castanhas e outros frutos secos que estão associados à Feira dos Santos de Alvito. O vinho da Herdade das Barras marca igualmente presença como acompanhante deste momento de prazer gastronómico.
Também o filme promocional Feira dos Santos irá ser mostrado diariamente no espaço comum da Turismo do Alentejo e Ribatejo.
Alvito é um concelho que quer promover sorrisos, simpatia e experiências positivas. Estas passam pela emoção e pela paixão ligadas também às fileiras da gastronomia, doçaria e vinhos. Sinta pois os prazeres de Alvito coração do Alentejo. Esperamos por si no Espaço Geral do Turismo do Alentejo e Ribatejo: Pavilhão 1; STAND 1A05; Município de Alvito: M11
http://www.cm-alvito.pt/
07/03/2014
RADIO grafias
A Terras Dentro, entidade parceira do projeto RADIOgrafias, convida-o/a a estar presente na primeira conferência do Radiografias - Conhecer, Capacitar e Empreender no Baixo Alentejo.
10 de Março|9.30h|Centro Cultural de Alvito
Esta conferência visa promover um debate e difundir o que está a ser feito no concelho de Alvito, onde serão partilhadas as boas práticas e os fatores distintivos, como também os principais problemas que surgem na sub-região.
28/02/2014
MANUEL MARIA FEIO BARROSO - A SUA OPINIÃO
DOIS ARTIGOS DE MANUEL MARIA FEIO BARROSO
"Militância partidária e formal versus vida cívica e militância
informal.
Terminou mais um congresso
partidário, neste caso, do PPD/PSD. De igual forma, há algumas semanas, o
CDS/PP reunira-se, também, em congresso, aliás, num ciclo de alguma
regularidade de congressos, ou reuniões afins, das várias organizações político-partidárias.
Estes são os momentos em que estas
organizações decidem grande parte das respectivas estratégias, designadamente quem
as representará nos tempos imediatos. De igual forma, sabe-se que é a partir da
resultante destes encontros, conjugada com os resultados eleitorais que lhes sucedem,
que se determina a configuração básica da gestão política de Portugal, nos mais
diferentes tipos.
Esta é, inequivocamente, uma das
principais fontes da relação entre as forças político-partidárias e os
cidadãos.
Todavia, este processo parece
alimentar um forte equívoco. Por um lado, constata-se um forte alheamento das
pessoas face às «militâncias» partidárias, arriscando-me a dizer que este será
um traço comum a todas as forças partidárias – umas mais que outras, mas, todas
elas, sofrendo de semelhante enfermidade. Por outro, é um facto inquestionável que
continua a aumentar a taxa de não participação dos cidadãos nos sucessivos processos
eleitorais, de todo o tipo.
De forma genérica, poder-se-á
considerar que as estratégias utilizadas não têm conseguido inverter o sentido
de desmobilização formal dos cidadãos, face à participação cívica comum.
Em sentido contrário, evoluem os
níveis de desagrado dos cidadãos face ao sistema. É inegável a fortíssima
dissonância entre as pessoas e a generalidade da estrutura (e conjunturas) da
vida pública – quer no plano nacional, quer em contextos localizados. Quiçá, esta
matéria constitua o maior factor de risco do sistema democrático.
Tudo isto suscita uma (re)visita
a um conceito de enorme importância na vida cívica: - A «militância»!
A «militância» não é um conceito
reservado à condição de vínculo formal, seja ao que for. Pelo contrário, a
«militância» decorre da disponibilidade individual para o exercício integrado
num determinado sistema de valores. Eu não sou «militante» formal de nada! Como
eu… somos milhões! Todavia, considero-me «militante» de causas. Por isso, aqui
estou!
Porém, a ideia de «militância»
continua a estar associada a um domínio formal, restrito, com parâmetros
definidos… todavia, essa é apenas a «militância formal»! Aliás, talvez por
isto, parece haver algum pânico ou prudência por parte de organizações
político-partidárias, na incorporação de «independentes» nas suas fileiras,
onde esses «entes estranhos» poderiam provocar alguma alteração no «status quo»…
É a partir dessa «militância
formal», de base político-partidária, que se define a generalidade das decisões
sobre o bem comum. Salvo raras excepções, ao universo do cidadão comum ou dos «militantes
informais» (conhecidos por «independentes»), onde me incluo, apenas parece
estar reservado o cumprimento daquelas decisões, em cuja natureza resida, quiçá,
uma das causas básicas para a crescente não participação cidadã na vida
colectiva.
Tenho consciência da importância
dos partidos políticos, aliás, base estrutural e imprescindível da nossa
organização democrática. Porém, reservo-me o direito de poder contribuir com a
minha vontade e os direitos que me assistem cívica e constitucionalmente no
processo de construção das decisões do meu país, sem que, para tal, me seja «exigida» – directa ou indirectamente - qualquer vinculação
partidária para o exercício desses direitos.
Por tudo isto, considero-me um
«militante informal» nas causas cívicas e humanistas.
Manuel Maria Feio Barroso"
O
municipalismo como resposta da decisão local face às ilegitimidades políticas
centralistas e regionalistas.
(Manuel Maria Feio Barroso, vereador da Câmara
Municipal de Alvito)
Aqui está uma das matérias que me levou a entrar na
actividade política autárquica, neste caso, apresentando-me como candidato a
Presidente da Câmara Municipal de Alvito, no último processo eleitoral, em
Setembro de 2013.
Sendo um cidadão independente face às militâncias
partidárias, embora com uma relação de total lealdade com os dois partidos que
me apoiaram nesse processo político (PPD-PSD e CDS-PP), fui eleito vereador,
função que venho assumindo, sem pelouro atribuído, mas com total frontalidade e
disponibilidade, procurando promover os princípios e o programa que apresentei
ao eleitorado do concelho de Alvito.
Quem leu o meu programa eleitoral pode testemunhar o
empenho que depositei na construção de soluções de natureza regional ou
sub-regional, inscritas num quadro de desenvolvimento nacional –
necessariamente com a inclusão das estratégias ao nível municipal em todo este
processo.
Aí estão definidos, com a suficiência possível – tendo
em conta a circunstância em que foram produzidos - os factores que, sob o meu
ponto de vista, poderiam contribuir para uma alteração deste “status quo” que
todos assistimos no Alentejo e, em especial, no distrito de Beja.
Obviamente que o referido programa, centrado no
concelho de Alvito, não pretende ser a panaceia para a mudança geral deste
estado de definhação em que o distrito de Beja tem vivido. Pelo contrário, sugiro,
nesse quadro, a cooperação intermunicipal para a definição e aplicação de
medidas que, de forma adequada, pudesse inverter este processo recessivo.
Desde logo, embora não seja o fulcro desta minha
argumentação, importa sublinhar, também, a evidência de responsabilidades por
parte de quem tem vindo a gerir a generalidade das autarquias locais deste
distrito, não sabendo ter o discernimento ou a capacidade politica necessária
para a negociação com os sucessivos Governos da República. Como se sabe, o
relacionamento político entre o poder local, na generalidade dos municípios do
nosso distrito, e o poder central, nunca ou raramente foi orientado por
estratégias de ganhar-ganhar, antes pelo contrário, situou-se em estratégias de
incomunicabilidade ou dissonâncias elementares, cuja consequência directa se
situou ao nível dos muitos baixos níveis de desenvolvimento, especialmente constatáveis
no distrito de Beja.
Como poderei demonstrar, em múltiplas ocasiões tive
oportunidade de alertar para a necessidade da constituição de uma dimensão
colectiva, coesa e assertiva, exclusivamente centrada no “cluster” «distrito de
Beja» e, por sua vez, procurando situar o nosso distrito, com a dignidade e
potencial que tem, quer no quadro da decisão e desenvolvimento nacionais, quer
no quadro do desenvolvimento geral do sudoeste ibérico. Claro está, que este “cluster”
tem, na sua natureza e desenvolvimento, a diversidade e as características
múltiplas do nosso território, das nossas gentes, da nossa cultura e,
especialmente dos factores económicos – tão diversos e importantes – que podem
fazer toda a diferença nos mais diversos cenários de análise.
Com efeito, tudo tem acontecido em sentido diferente…
muito diferente mesmo!
Este assunto, merecedor de um maior e mais
desenvolvido tratamento, deve estar na linha-da-frente das preocupações dos
decisores políticos, nos mais diversos contextos e níveis de decisão, os quais
devem contar com a sociedade civil, designadamente os cidadãos, as estruturas
de ensino, de formação ou de investigação, as mais diversas áreas do
desenvolvimento económico, cultural, etc.
Porém, não podemos esquecer o domínio fundamental de
tudo isto: - A política!
Sem me querer alongar, embora seja uma matéria que me
é muito querida, queria apenas deixar aqui um conjunto de questões centradas na
natureza da legitimidade da decisão política sobre o desenvolvimento da nossa
região, e em especial sobre o nosso distrito de Beja, designadamente face aos
resultados do referendo sobre a regionalização e sobre a legitimidade política
(e encargos públicos inerentes) dessas figuras de construção enviesada,
designadas por Comissões de Coordenação
e Desenvolvimento Regional (CCDR).
- Quem não se recorda do
processo afim ao referendo sobre a regionalização (Referendo de 8 de Novembro
de 1998)?
Como se sabe, o conjunto dos portugueses eleitores disseram
«Não» (com 60,67%) a
essa cartilha de muito mau gosto, desenhada à revelia da sensatez, pese embora,
por circunstâncias ainda hoje mal explicadas – em especial pelo PS – o «Sim»
tivesse saído vencedor no Alentejo, facto que agruparia toda a região
alentejana em uma única região administrativa (figura político-administrativa
cuja criação está prevista desde a aprovação da Constituição, ou seja, desde 1976).
(Recordo que o argumento para a não aplicação do
resultado desse referendo, segundo os decisores de então, não foi vinculativo,
por causa da baixa participação dos eleitores). Coisa estranha!
- Quem não se recorda dessa histórica digladiação,
vivida e representada, entre “Beja” e “Évora”, geralmente polarizada em favor
de “Évora”?
- Enfim… que aconteceu efectivamente em alternativa a
esse «Não» vencedor?
Parece simples a
resposta… mas, ela é mesmo complicada e inacreditável:
- Em primeiro lugar,
neste período de tempo, temos constado alguns desses fenómenos de criatividade
equivocada, muitas vezes “desenhados” desde um certo poder iluminado,
centralista e obtuso, consagrando de forma abusiva e ilegítima sob o ponto
vista político, como foi o caso da aplicação sub-reptícia de um processo de
regionalização, derrotado em referendo.
- Por outro, assistimos – e essa é a parte visível e
especialmente problemática – a um definhar do desenvolvimento regional, no
nosso caso, distrital, onde as legítimas autoridades políticas – as autarquias
locais – acabam por ser meros espectadores de decisões vindas de um certo
etéreo espaço, fundado em sucessivas confianças políticas centrais.
Embora reconheça a pertinência de uma estrutura
descentralizada da Administração Central do Estado, a qual deve garantir a
coesão nacional, recorrendo, em primeiro lugar, à dignificação das condições de
vida dos cidadãos e à equidade, quer no planeamento nacional, quer na sua
implementação e avaliação, pergunto: - Essa ideia peregrina, que configura as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento
Regional (CCDR) como uma espécie “penso rápido” numa ferida estrutural,
foi baseada em que fundamentos políticos? Que legitimidade política teve a sua
criação, face ao resultado do referendo?
Como se sabe, as (CCDR) são, segundo Decreto-Lei n.º 104/2003,
“serviços desconcentrados da Administração central dotados de autonomia
administrativa e financeira, incumbidos de executar medidas proveitosas para o desenvolvimento das respectivas
regiões”.
Tal formulação suscita, nesta óptica, a seguinte
questão: - Porque é omissa a referência às autarquias locais neste texto legal
ou ao seu eventual envolvimento no processo decisório de vanguarda, sobre os
territórios em que, de forma inquestionável, são gestores outorgados pela via
democrática eleitoral?
E… finalmente:- Que intervenção tem tido o poder local
face a tudo isto?
Se não aceito que se tenham vindo a adulterar os
resultados do Referendo de 8 de Novembro de 1998, onde os portugueses disseram
maioritariamente «NÃO» à dita “regionalização», também, não poderei aceitar os
reiterados fenómenos de intrusão ilegítima na definição do futuro das
localidades ou das decisões locais e, por extensão, nas decisões regionais que
podem decorrer da harmonia entre as decisões autárquicas “per si”, ainda que
travestidos de formulações administrativas aparentemente envolvidas no
desenvolvimento das regiões.
Para que não subsistam equívocos sobre o meu
posicionamento face a tudo isto: - Embora reconheça a pertinência de estruturas
ou serviços desconcentrados da Administração central nas diferentes regiões,
pelos considerandos já apresentados, fui, sou e serei sempre um defensor da
localização e, por razões objectivas, um MUNICIPALISTA.
Em última análise, trata-se da consolidação dos
valores nucleares da Democracia.
Insistir na actual estratégia será consagrar os
péssimos resultados que a realidade nos oferece.
O resultado está à vista!
27/02/2014
ALVITO SEMANA GASTRONÓMICA DO PORCO
ALVITO
SEMANA GASTRONÓMICA DO PORCO
24 DE FEVEREIRO A 3 DE MARÇO
O Buraco da Zorra e o Restaurante Markádia aderiram à Semana Gastronómica do Porco com Migas de Espargos com Porco Preto, Lombinhos de Porco Preto na Brasa , Secretos de Porco Preto, Migas com Carne de Porco e Cozido de Grão à Moda Antiga.
A Semana Gastronómica do Porco é promovida pela Turismo do Alentejo e Ribatejo e conta com a adesão de mais de 140 restaurantes dos 58 concelhos que integram estes destinos turísticos.
Cada restaurante acrescentou à sua ementa pratos de porco, confecionados com a mestria dos saberes e sabores tradicionais.
Arquivo do blogue
- OS MEUS BLOGS
- Portas e Janelas (Colaborador)
- Beja
- Alvito
- Alentejo-Notícias
- Poéticus
- Sabia que...?
- Testemunhos
- COMPANHEIROS DOS ENCONTROS DE BLOGS EM ALVITO
- AJPM NA BLOGOSFERA
- ALCACOVAS
- ALVITRANDO
- AMORALVA
- ASUL
- ATRIBULACOES DE UM ALENTEJANO EM DIRECTO
- BEJA
- CONFESSIONARIO DO DILBERT
- ESTRANHOS DIAS E CORPO DE DELITO
- FANTASIAS
- GASTR'EAT
- MAR ADENTRO
- OUGUELA COM VIDA
- PRACA DA REPUBLICA EM BEJA
- REAL POLITIK
- SANTA MARGARIDA
- TVALENTEJO
- Alegrete Com Vida
- Arte Original
- Atribulações Locais
- Cartunes e Bonecos
- Conversas Trocadas
- Dj Zé de Hollywood
- Luis Esteves
- Milhafre
- Palavras ao Vento
- Vidas


















.jpg)
